Resenha | Dear My Room

13 abril 2021



Quanto tempo que não escrevo uma resenha! Confesso que senti muita falta de postar no blog durante os dias que tirei umas férias por aqui para organizar as coisas. Mas agora que retornei, comentarei sobre Dear My Room, um dorama que vi no Clube que tem como tema principal o desenvolvimento e crescimento pessoal da personagem principal e sua incrível relação com o seu quarto.

Foi com ele que tive uma imensa vontade de compartilhar a minha visão crítica e comentar um pouco mais sobre a história, ultrapassando assim, todos os limites de caracteres do Twitter na hora das votações do Clube Do Dorama kkkkk.

Então, chega de conversa e vamos ver a ficha técnica de Dear My Room? 




Ficha técnica:
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Sinopse: Conta a história de Shim Eun Joo, uma autônoma que está tentando redefinir sua vida depois de ganhar um grande projeto como designer editorial e, posteriormente, lutar sozinha.

Gênero: comédia, romance, juventude, vida, drama
Emissora: O'live

Ano de produção: 2018
Dirigido por: Jang Jung Do, So Jae Hyun
Episódios: 12
Onde assistir:  Puri Puri Fansub

Trailer: 



Crítica:
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Dear My Room é um dorama leve, com poucos episódios e fácil para maratonar. Ele apresenta um estilo slice of life, que tem a ideia de mostrar a rotina da personagem principal e em conjunto a história mostra o seu longo caminho de autoconhecimento, amor próprio e crescimento pessoal. Essas sucessivas mudanças na vida da Eun Joo são refletidas em sua casa, mas especificamente em seu quarto, onde tudo começou.



Um dos pontos que gostei foi dessa relação entre a casa e a personagem, no início a protagonista não estava bem com tanto estresse, preocupações e mal tinha tempo para ela mesma, que acabou refletindo isto na sua casa, deixando-a sem vida, suja, desorganizada e sem nenhuma identidade visual. Até que o seu melhor amigo, que trabalha com designer de interiores, sugeriu uma mudança em seu espaço e a partir dai podemos observar os dois fatores ganhando vida, a protagonista ficando feliz e se identificando com a área de design e seu lar se tornando mais aconchegante.



Para quem gosta de ver doramas neste estilo, no qual apresenta o cotidiano dos personagens, eu afirmo que terá grandes chances de gostar deste. Ele é bem simples, mas consegue abordar de forma leve algumas problemáticas vivenciadas pela Eun Joo, como a possível depressão e o estresse extremo no trabalho mudando completamente o seu modo de vida.



Além da parte que citei acima, há também um pequeno foco no romance entre a Eun Joo e seu melhor amigo. Mas, são poucas as cenas que acontece algo a mais entre eles, o que é mostrado mesmo é a relação de amizade que os dois construíram e que conseguiram sustentar por tantos anos, na qual um apoiava o outro, independente da situação. Porém, quando eles finalmente ficaram juntos eu achei meio estranho, pois logo no final dos episódios acontece um avanço “inesperado” no relacionamento e tudo se tornou esquisito, mas fofo ao mesmo tempo, até porque os atores tiveram muita química nas cenas.



E por último, gostaria de falar dos secundários que não me chamaram muito a atenção e tiveram pouco destaque, acredito que poderia ter tido um melhor desenvolvimento entre eles, como por exemplo, as melhores amigas, a família e o grupinho do trabalho. No final, as suas vivências não tiveram um aprofundamento necessário e ficou sem importância na história.



Deste modo, apesar de não ter gostado muito do final do dorama, pois esperava que os protagonistas montassem uma empresa juntos e se casassem, eu gostei da forma como o dorama se apresentou, é bem tranquilo e achei interessante o fato deles trazerem a ideia de que o ambiente ao qual a pessoa mora pode transmitir o que ela é e o que sente. Além de que, o design de interiores pareceu uma ideia bem divertida, no final dos episódios sempre tinha algum tutorial, isso até me influenciou a querer mudar o meu quarto também. Enfim, mais um dorama que recomendo para vocês!



Ost:
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Espero que tenham gostado da resenha, se já assistiu conte nos comentários o que achou e não se esqueça de seguir o blog pelas redes sociais. Para ver as próximas postagens do blog é só acessar a agenda. Beijos e até a próxima! ❤️ 
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...Ing

09 abril 2021

 


Algumas semanas atrás, eu resolvi fazer uma listinha de filmes coreanos para assistir pelo Cadê Meu Dorama, e a regra que criei é a seguinte, se eu achar interessante a história a ponto de querer compartilhar minha opinião sobre, eu faria uma resenha crítica aqui no blog. E esse foi o caso do filme ...Ing! Um longa-metragem de 2003 que foi me ganhando aos poucos, começando pela sua sinopse, revelando um romance triste e dramático.

Mas, antes vamos saber um pouco sobre ...Ing? 




Ficha técnica:
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Sinopse: Min-Ah, é uma estudante colegial que acaba de ser transferida de outra escola. Ela é calma e tenta esconder o fato de ter passado a maior parte de sua vida no hospital, lutando contra uma doença fatal. Ela vive com a mãe Mi-Sook, que é viúva. Mãe e filha, compartilham uma estreita e íntima relação. Mi-Sook, deseja que Min-Ah, experimente todos os aspectos da vida, incluindo o primeiro amor. Min-Ah, se torna amiga de Young-Jae, o novo vizinho de baixo, e começa a experimentar o seu primeiro amor, no entanto, tudo é de curta duração, já que Min-Ah, descobre que está morrendo...

Gênero: romance, drama, melodrama
Ano de produção: 2003
Dirigido por: Lee Eon Hee
Onde assistir: Asian Vision, DramaKawai

Trailer: 



Crítica:
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Apesar de o longa-metragem apresentar alguns fatores que poderiam ser melhorados, eu gostei bastante para falar a verdade. O romance foi fofo e ao mesmo tempo trazia um sentimento melancólico, principalmente pelo fato da doença da personagem principal Mina, que tinha os dias contados para viver. Somando com a fotografia que foi impecável, tornando o filme muito bonito visualmente e fazendo com que a história tocasse os sentimentos do telespectador (assim como aconteceu comigo).



Não posso deixar de citar aqui, o grande fator que me chamou mais atenção, além da bela fotografia, a trilha sonora. Desde o inicio, foi algo que me cativou e que expressou bem os sentimentos dos personagens. E falando neles, cada um desempenhou um papel fundamental no filme, desde a mãe até a enfermeira.



Agora vamos partir falando dos fatores negativos que percebi ao longo da história, e que eu sei que vocês estavam esperando por está parte kkk, ou talvez não. A questão é que em algumas passagens das cenas, os cortes, deixava confuso certas ideias apresentadas e eu ficava me perguntando “eles realmente foram ao Havaí ou não?”, “isso é um sonho do personagem ou realmente está acontecendo?”’, “ela foi embora para sempre?” . O que deixa o filme com o ar bem subjetivo, fazendo pairar a ideia até você terminar e tentar entender o que acabou de acontecer. E isso acabou influenciando até a minha experiência com a história.



Fora isso, a idade entre o casal é algo problemático, e fiquei questionando isso o tempo inteiro. A garota ainda está no colegial e ele já um homem adulto, aparentando quase ser formado na faculdade ou algo do tipo, já que o filme não conta muito e nem diz sobre a idade dele, deixando tudo no ar. Mas, mesmo assim eu tentei pegar no ar e analisar, e realmente esse romance não parece ser certo de jeito nenhum.



Sendo sincera, eu fiquei bem chateada com o final e o desfecho que teve dos personagens. Sem spoilers aqui, só dizendo que nunca imaginaria que aquilo iria acontecer. Eu tentei ver os dois lados da história e até pude entender o lado da mãe da garota e os motivos pelo qual ela resolveu fazer aquela “boa ação”, mas confesso que fiquei bem decepcionada em pensar que nada aconteceu naturalmente, tudo parecia falso. Ao menos, foi isso que entendi com o término. Pensei que a protagonista iria conseguir realizar o sonho dela de ir ao Havaí, mas infelizmente foi tudo ilusão...



Enfim, o filme é cativante e consegue prender a sua atenção do inicio ao fim, levando-lhe a conhecer mais da garota e ter a curiosidade de saber como serão os dias dela, bem como do tal amor que estava prestes a surgir. A história foi contada de uma maneira bem simples, sem muitos flashbacks. Eles focam mais no presente, já que a protagonista tem poucos dias de vida. Recomendo para quem gosta de ver filmes deste gênero.

Se eu tivesse que dar uma nota para esse filme seria 8.5.



Frases:
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A minha vida amorosa foi sempre cheia e ocupada.

Era espetáculas. Esse é o seu problema, Misuk. Confunde o amor com negócio, quer ter tanto que se entrega sempre. O verdadeiro amor não é assim, é apenas estar feliz sem receber nada em troca, apenas dando amor.

Você deve estar lendo muito romance!.


Ost:
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É isto pessoal! Espero que tenham gostado da resenha, se já assistiu conte nos comentários o que achou e não se esqueça de seguir o blog pelas redes sociais. Para ver as próximas postagens do blog é só acessar a agenda. Beijos e até a próxima! ❤️ 
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Resenha | A Segunda Vida De Missy

06 abril 2021



Após dois longos meses de leitura, eu finalmente consegui concluir A Segunda Vida de Missy!! Eu decidi ler aos poucos e indo no meu ritmo de leitura (que é bem devagar) para que a história não perdesse sua magia e eu não acabasse ficando estressada pensando em: terminar logo o livro, escrever a resenha, tirar a foto, editar a postagem e compartilhar para vocês kkkk.

Sim! Eu penso demais e isso já me causou problemas aqui no blog e essa é uma das razões pelas quais eu dei uma pequena pausa nesses últimos meses.

Mas, chega de conversa né? Vamos saber logo do que está obra se trata?


Ficha técnica:
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Sinopse: O mundo ao redor de Millicent Carmichael, também conhecida como Missy, de 79 anos, está diferente. Embora se apresse em dizer que considerava seu papel de dona de casa e mãe pouco satisfatório, a verdade é que Missy levou uma vida agitada cuidando de dois filhos e de um marido respeitado no mundo acadêmico. Agora que ele não está mais ao seu lado, que ela brigou com a filha e o filho se mudou para a Austrália, levando consigo seu amado neto, Missy passa os dias bebendo xerez, evitando as pessoas e vagando pela casa enorme e mal decorada esperando... o que exatamente? A última coisa que Missy imagina é que um grupo de estranhos e uma cadela espirituosa chamada Bob vão entrar na sua vida, quebrando sua casca e mostrando quanto amor ela ainda tem para dar. Em pouco tempo, rodeada por uma comunidade alegre e diversa que encarna as várias formas de amar, Missy encontra uma nova razão para viver. Um retrato emocionante e reflexivo sobre a vida adulta e o envelhecimento, A segunda vida de Missy é uma celebração de como os dias comuns podem ser extraordinários quando estamos cercados de pessoas queridas e do poder de perdoar a si mesmo, em qualquer idade.

Autora: Beth Morrey

Editora: Intrínseca

Ano: 2021

Número de páginas: 304

Gênero: ficção, amadurecimento

Estrutura do livro: dividido em 49 capítulos


Crítica:
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Esse livro particularmente se tornou bem especial para mim, de capítulo a capítulo, a história foi me cativando e pude me conectar de modo único com a personagem Missy. Pude sentir variadas emoções lendo e foi maravilhoso.

Falando assim, parece que a A Segunda Vida De Missy conta uma história esplêndida e fora do comum, mas na verdade a autora Beth Morrey trás para nós leitores uma história bem simples, onde a cada página podemos conhecer a vivência da personagem principal, o seu passado e o seu processo de crescimento pessoal... Se conhecendo mais, aprendendo com os erros, deixando o passado para trás, e permitindo-se conhecer e viver novas aventuras.

“A magia não impede que o pior aconteça. O pior sempre acontece, todo dia. E a vida segue em frente. E a gente apenas se mantém firme e torce para poder guardar qualquer migalha e dentinho que sobrar.”

Em razão dos fatos acima, o enredo vai intercalando entre o passado, com as memórias que nos ajuda a conhecer a juventude da protagonista em conjunto com as suas escolhas futuras. E o presente, que de inicio apresenta o cotidiano da personagem, vivendo solitária e infeliz, até começar a fazer novas amizades e aprendendo com elas de diferentes maneiras.  

De inicio, eu fiquei muito curiosa para saber como seria ler uma história de uma protagonista que já tem quase 80 anos. De todos os livros que li, este foi o primeiro que tem como personagem uma idosa que mostra sua longa jornada de vida. Realmente emocionante.

O livro não só conta sobre a solidão da Missy, mas também vai inserindo alguns temas muito importantes de um jeito bem natural e leve, como por exemplo, a violência doméstica, os momentos da maternidade e o quão difícil é para as mulheres todo o processo de se tornar mãe... Tenho que dizer que essas cenas são bem comoventes e delicadas, foi bonito a forma como a escritora apresentou isso. Além do mais, temos a questão do aborto, a suposta depressão pós-parto e o contexto LGBTQ. É uma história encantadora que soube utilizar contextos importantes e mesmo assim não perder a essência original.  


O final é cheio de plot twist, e não se preocupe não darei spoiler. Mas, posso dizer que fiquei impressionada e chocada com o término, nunca que eu imaginaria uma coisa daquelas, e todo aquele desfecho foi muito bom, eu gostei bastante.

E por fim, para finalizar, eu gostaria de expressar minha opinião acerca do casamento entre Missy e o Leo. Houve tantas coisas que aconteceram entre eles dois, e muitas vezes me questionei sobre o amor deles, que era tão desigual, acho que desde o inicio era assim, a protagonista parecia ser a quem amava e se importava mais. Ás vezes, eu ficava com raiva, pois ela merecia muito mais que aquilo, Missy simplesmente largou a carreira, se casou com Leo depois de ter passado por uma situação triste, e então viveu sua vida inteira sendo dona de casa e cuidando dos filhos, o amor por parte do Leo já não existia mais, ele sempre ficava no escritório e nunca estava lá por ela, ajudando... Fiquei realmente emotiva nessas cenas. Foi triste o modo como ela conta sua própria história. Sobre o amor e sua relação com seus filhos... Mas enfim, o final vale a pena.  


Eu recomendo demais!! Virou um dos meus favoritos, a leitura fluiu super bem, não é muito descritivo e é como se você estivesse vendo um filme da vida da protagonista kkkk. Logo abaixo vocês verão as minhas frases e citações prediletas. 


Frases:
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“As crianças são tão lindas, imaculadas e brilhantes, como uma castanha recém - tirada da casca. É uma pena todas se transformarem em adultos abomináveis.”

“Nada me deixaria mais feliz. Que alguém fosse busca-lo, que alguém o trouxesse de volta para mim.”

“Contei isso a Leo, exagerando alguns detalhes, para que soasse mais dramático. Mas é claro que não fazia diferença o jeito de eu contar, já que não havia ninguém ali para ouvir, e assim, depois de deixar umas flores e arrumar tudo, parti para mim casa deserta.”

“E assim terminou o dia, tão infeliz quanto havia começado. Mas eu ainda a sentia em algum lugar – aquela centelha. O começo de algo. Ou o fim. Quem sabe?”

“Se você quer mesmo uma coisa, tem que se agarrar a ela. Não desista. Agarra-se como se sua vida dependesse disso.”

“Começos e términos, eu nunca soube ao certo como lidar com eles.”

“Mas, à medida que todos iam batendo as botas, cada vez mais eu tinha a impressão de estar abusando da hospitalidade da vida.”

“Minha solidão, meu vazio, era um balão que se inflava e me arrastava para longe.”

“Nós tínhamos nos amado. Leo não era de declarações apaixonadas, mas sabíamos ser o lar um do outro.”

“Os dois possuíam uma característica ensolarada que estimulava as pessoas a girarem, e com ambos eu queria estar no periélio, o ponto da órbita em que se fica mais perto.”

“Não é de se esperar que eu bebesse para esquecer; esquecer que eu havia esquecido, que fora esquecida.”

“Valia a pena abrir mão de certas coisas.”

“Quando o amor está envolvido, todo mundo se torna poeta.”

“Quando se tem filhos, é difícil aceitar que o tempo já não é nosso – pertence a eles, cada segundo precioso.”

“A magia não impede que o pior aconteça. O pior sempre acontece, todo dia. E a vida segue em frente. E a gente apenas se mantém firme e torce para poder guardar qualquer migalha e dentinho que sobrar.”

“Você tem um potencial ainda inexplorado. É por isso que está aqui.”

“Apesar de tudo que ele fizera e do que eu tinha feito, eu sempre o esperaria, não importava quanto tempo demorasse.”

“Não havia lacunas nem fraquezas, para começo de conversa. Homens e mulheres, mulheres e mulheres, mães e filhos, até idosas e cães: o amor era apenas amor, só isso. Falho, desigual, complicado, desencontrado, mas ainda essencial.”

“Às vezes o amor não atravessava o coração, mas o acolchoava.”

“Mais tarde, eu me dei conta de que a sensação de ameaça estava sempre comigo. Eu estava sempre esperando o pior. Esperando o ferrão na minha própria história.”

“Ela era animada, presente, calorosa, vital. O melhor presente que qualquer um poderia receber.”

“– Não suporto homens como você – disparei, em tom ríspido. – Aparecendo como se fosse dono de tudo, como se todo mundo tivesse que fazer fila para dar o que você quer. Vou dizer o que eu quero. Quero que você trate de cair fora...”

“Mas saiba disto: podemos ter cantado músicas diferentes, e houve momentos em que desafinamos, mas, no fim das contas, acho que nos harmonizamos bastante bem. Não acha?”



Espero que tenham gostado da resenha, vejo vocês no próximo post!  

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Playlist: it's over now

01 abril 2021

i really loved you.

  1.  Bad - James Bay
  2. Someone You Loved - Lewis Capaldi
  3. Bloodshot - Dove Cameron
  4. Perfect - Selena Gomez
  5. X - CODE KUNST, LEE HI
  6. For The Record (english version) - Sophiya
  7. Rain & Cry - 15
  8. 0310 - Yerin Baek
  9. I'll Still Have Me - Cyn
  10. Tudo Bem - Saulo, Clarianab
  11. Draw Me - Wonder Girls
  12. Mr.gloomy - Yerin Baek
  13. Te procuro - ANAVITÓRIA
  14. How You Been - Eric Nam
  15. Seesaw - BTS (Yoongi)
  16. Boa Sorte - Vanessa Da Mata, Ben Harper

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