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Resenha | Strobe Edge

13 março 2026




Nos últimos dias, resolvi como quem não quer nada, assistir um j-drama que lançou recentemente e que é baseado em um mangá do gênero "shoujo romance".

O que é um pouco estranho e particular para mim, pois não tenho costume de assistir as séries japonesas e tampouco gosto de drama escolar, mas como eu já tinha visto todos os episódios dos doramas que estou acompanhando.... pensei "por que não?"

Antes de tudo, vamos conhecer a ficha técnica esse J-Drama?



Ficha técnica:
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Sinopse: A colegial Kinoshita Ninako nunca sentiu o tal do amor… até esbarrar, no trem, no popular Ichinose Ren. Aos poucos, ela percebe que Ren é mais do que aparenta — inclusive um lado gentil que quase não mostra. Um dia, só de pensar nele, o peito aperta: é a primeira paixão. Ninako quer se declarar, mas Ren já tem namorada. Será que o primeiro amor vai virar a primeira decepção?
Gênero: romance, escolar
Emissora: WOWOW
Ano de produção: 2025-2026
Onde assistir: Viki, Telegram, Netflix
Episódios: 6

Trailer: 



Crítica:
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Se você procura por uma história fofa, leve e divertida, Strobe Edge certamente é uma boa opção! Mesmo não tendo contato com o mangá que originou essa adaptação, o enredo segue em um fluxo compreensível, mas claro que nada substitui uma boa leitura da versão inicial.



Nesse sentido, os episódios apresentam a perspectiva da protagonista Ninako, que vive sua vida normalmente até que de repente percebe que tem sentimentos por Daiki, o garoto mais popular da sua escola, e ela pela primeira vez se vê tomada por uma paixão avassaladora que mistura sentimentos de encantamento, dor e um amor unilateral. 



Enquanto isso, Daiki faz amizade com Ninako e acaba se apaixonando por ela sem perceber, e o detalhe mais importante é que ele era comprometido! E aí começa o drama! 


Sinceramente, eu achei a protagonista uma fofa, ver as reações dela sobre o primeiro amor bonitinho, mas quando ela começou a se aproximar muito do Daiki sabendo que ele tem namorada fiquei meio assim… Menina… E esse lance dos personagens, do nada, confessarem o amor pela pessoa? kkk. Achei aleatório demais, sei que nos animes é bem comum, porém ainda assim fiquei meio deslocada na história.



Por falar em amor, o clichê está bem evidente no enredo, uma garota mais nova se apaixona por um cara mais velho e mais popular que tem uma postura bem "nonchalant", além disso temos também o nosso querido triângulo amoroso que me deixou sem palavras! 



Apesar de ser fofo e tranquilo para assistir em um sábado à tarde, os episódios são muito curtos o que leva consequentemente a não desenvolverem muito bem a história geral e dos personagens. A impressão que tive, foi que os eventos foram apressados de uma maneira que não parecia natural, ao mesmo tempo que preencheram a tela com muitas cenas desnecessárias.



Sem contar que, achei o casal sem química e sem carisma, o protagonista Daiki não me convenceu nos seus sentimentos e expressões, e a cena de beijo entre eles foi algo que esperava mais…



Um ponto que me deixou chateada, foi a protagonista ser influenciável demais e em outros momentos decidida (?), uma cena que lembro como exemplo é a Naniko se deixando levar por uma menina aleatória, que surgiu do completo nada, falar da relação de amizade que ela tem com Daiki e Takume e ainda pedir para ela se afastar???



Enfim, o dorama tem 2 temporadas, mas não achei necessário dividir a história assim já que é bem curta, não vi muita diferença. Eu nem sou fã de doramas assim, mas quando vi que estava torcendo para a Naniko largar o dane-se e ficar com o loirinho do Takume, percebi o quão envolvida eu estava kkkk. 




No geral, como falei acima, é um dorama fofo e dá para assistir rapidinho por conta dos episódios terem em média trinta minutos de duração. Creio que quem leu o mangá irá se interessar mais em observar essa adaptação e irá se envolver mais na história dos personagens.




É isso pessoal! Finalizo aqui! Se já assistiu conta nos comentários o que achou e não se esqueça de seguir o blog pelas redes sociais!

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Algumas notas sobre Kiss All the Time, Occasionally Disco de Harry Styles

07 março 2026



Nessa sexta-feira (06 de Março), Harry Styles lançou seu quarto álbum titulado “Kiss All The Time. Disco, Occasionally”, que dividiu opiniões desde a divulgação do primeiro single “Aperture” que apresentou uma estética totalmente diferente do esperado.

E sendo sincera com vocês, eu gostei que o cantor ousou experimentar sons diferentes e se reiventou em sua arte, muitas vezes isso acaba não dando muito certo pois o público no geral durante alguns anos se acostuma com determinado som que você cria, com sua característica melódica e até sua maneira de se expressar na composição. 

Então, vamos retornando ao ponto principal que é as minhas primeiras impressões deste álbum!



Primeiras impressões:

O primeiro contato que tive foi com Aperture, e de verdade gente tô acostumada a ouvir músicas bem diferentes mas não esperava que o Harry fosse trazer isso kkk. Pensava que ele viria com algo pop novamente, que nem o último álbum ou como os outros singles que fizeram sucesso. É o que a maioria dos artistas fazem, né.

Mas assim que escutei, foi até engraçado, de primeira gostei do instrumental e depois que ele começou a cantar me causou uma certa estranheza, não sei mas os efeitos que colocaram na voz dele não me agradaram muito, o mesmo com o refrão que é o ápice da música e... achei sem graça. Então fiquei escutando e a música não finalizava foi quando eu vi que a duração é de 5 minutos! Misericórdia kkkk não dá para mim não. 

Então, eu fui ver a composição e fiquei sem entender direito o que ele queria passar, não consegui ter uma ideia clara, e os únicos versos cativantes para mim foram “we belong togeter, it finally appears it's only love”. Queria compreender essa escolha dele para essa canção ser um single, tem outras que poderiam substituir muito bem, pelo menos ela cumpre o papel de ser a abertura fiel do cd.

E no geral sobre a estética, eu estranhei um pouco vi que ele se inspirou nas músicas eletrônicas de Berlim (me corrijam se eu estiver equivocada), mas gente... a mudança dele foi drástica, acho que ninguém esperava kkk.

Músicas que gostei:

1. Ready, Steady, Go!

Essa música aqui, a gente finge que entende e curte o instrumental, mas falando sério gostei do refrão, só não garanto escutar muitas vezes.




2. Are You Listening Yet?

Essa eu gosto em alguns momentos e outros não, o que me fez gostar mesmo além do refrão foi o som da guitarrinha lá pro final da canção, nossa meus amigos, chega meus ouvidos ficaram alegres. Amo som da guitarra, mas assim como a primeira não dou certeza de escutar novamente.




3. The Waitinng Game

Gente essa me deu uma sensação de nostalgia e me lembrou do jogo Life Is Strange, creio que seja por conta do instrumental. Eu realmente gostei muito, tanto da letra quanto da melodia, me ganhou e virou minha favorita. Fui impactada.




4. Paint By Numbers

É bem meu estilo, me fez lembrar daquelas músicas antigas, aqueles cenários de filmes, ou quando você vai viajar e coloca pra tocar.




5. Carla's Song 

Uma ótima escolha de música para finalizar o álbum, gostei bastante do instrumental e da vibe que apresenta.




Essas foram as que gostei, mas única favorita mesmo que escutaria várias vezes é The Waiting Game e só 😕. Vocês gostaram de alguma? 

Para finalizar, eu tinha uma ideia totalmente diferente da proposta das canções desse novo disco, achei que traria algo bem mais dançante mas me enganei, não sei bem quais foram as inspirações do Harry para essas músicas, ele ficou um longo período em pausa...

Enfim, é isso! Espero que gostem, comentem o que acharam desse álbum, quais músicas vocês escutariam várias vezes? 



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Beijos e até a próxima! 
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MINHAS DESCOBERTAS FAVORITAS DA SEMANA #4

05 março 2026




1. mariah - lauv

Lançou recentemente e amei na primeira escuta! Cheguei a ouvir as outras músicas do álbum mas essa aqui foi a queridinha da minha semana 💙.



2. THEMSELVES - Jordan Ward

Gostei muito da vibe, me fez lembrar do gênero r&b, e a letra é bem interessante também kkk.



3. STAY THE NIGHT - MIZUKI

Me senti viajando no Japão à noite, indo encontrar meu amor.


4. what if we? - Emi Choi

Fiquei no replay dessa música por duas semanas até enjoar! Aqui é nos extremos galera! 😛


5. Talk2Me - Jackson Laird

Atualmente, essa canção está no meu repeat, e estou amando, gosto muito da introdução da porta achei criativo e alguns efeitos que colocaram no meio da música na parte da voz.



6. YES - minj

Gostei bastante do refrão, para mim foi bem cativante! E claro a letra é boa.



7. No New News - Kyana Love

Um pouco introspectivo demais, mas fiquei a semana toda cantando o refrão, a letra é bem legal! Eu faria um cover dessa. 👀



8. here we go again! - Juliet Ivy

Essa canção me deu um sentimento de sair correndo em um campo no meio do nada, em um interiorzinho e cantar com minha banda “here we go again!”



9. Joyride - CORTIS

Essa me deu um sentimento de nostalgia e é como se eu voltasse para uma época que já não tem mais volta, a adolescência.


10. In your circle - Padi, BUMKEY, Janet Suhh

Eu tomei um susto quando vi o spotify me recomendando esta, faz tempo que não escuto BUMKEY, inclusive a introdução dessa canção me fez lembrar de outra dele chamada “Baby Can I”.



11. Great Pretender - Dominic Fike

Descobri esse querido recentemente, e gostei! Me faz lembrar das canções que escutava na adolescência, com certeza a Thalita daquela época escutaria bastante, hoje não tanto, por ser um tanto melancólica.



12. Frisky - Dominic Fike

Essa é bem divertida, já escutei várias vezes desde que a descobri!



13. Delulu - KiiKii

Amei o estilo das meninas e como a música condiz com o que elas estão trazendo, amei demais, e obvio que fiquei no repeat! Vai ser delulu também!


14. window shopping -Yorke, joan

A descoberta mais recente dessa lista, e eu amei na primeira escuta também! Pois é... Vai ficar no repeat até eu enjoar, não tenho muito o que fazer a respeito 😝


E finalizo por aqui! Essas são as canções que descobri e estou escutando ultimamente, e com algumas recomendações :)

Não deixem de comentar quais vocês gostaram e que tem como recomendação!!

E para quem tiver interesse em escutar os recomendados do blog, deixo aqui o link da playlist no Spotify, com todas as canções que recomendei desde 2019:


 

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Resenha | Can This Love Be Translated?

19 fevereiro 2026


Oi sonhadores! Como estão? 


Esse ano estou retornando aos poucos com os kdramas, e me interessei em ver as atualizações de 2026. Pois é! Depois de alguns anos, aqui estou eu!


Ao observar todas as apostas de Janeiro, percebi que muitos estavam com grandes expectativas para Can This Love Be Translated, e realmente não tinha como não ficar! A sinopse, o elenco e o trailer com aquela fotografia incrível, era meio impossível não se apaixonar, então lá fui embarcar na longa jornada…


E antes de começar a contar sobre o que achei, vamos conhecer um pouco da ficha técnica do kdrama? (caso não conheça)





Ficha técnica:
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Sinopse: Um intérprete brilhante enfrenta seu maior desafio: decifrar as emoções imprevisíveis de uma celebridade. Será que ele consegue traduzir para a linguagem do amor?
Gênero: comédia, romance, psicológico
Emissora: Netflix
Ano de produção: 2026
Onde assistir: Netflix
Episódios: 12

Trailer: 




Crítica:
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Can This Love Be Translated, apresenta em sua proposta inicial uma história com potencial de ser uma comédia romântica bonita, convincente e de belíssima qualidade, não só por ter dois atores já conhecidos pela audiência com Go Yu Jung em Alquimia das Almas e Kim Seo Ho em Hometown Cha-Cha-Cha, mas também pelo fato de terem investido nas gravações em diversos países como Itália, Japão e Canadá, nos entregando já no trailer uma fotografia esplêndida.





E de fato, em todos os episódios tivemos uma ótima qualidade de vídeo e fotografia, no entanto, o enredo que parecia tão interessante no início, se transformou em uma confusão de desenvolvimentos emaranhados em relação principalmente ao rumo da história da protagonista. A meu ver como telespectadora, parecia que os roteiristas não sabiam bem como lidar com os transtornos da personagem, e nem como sustentá-los, o que antes era uma ansiedade e confusão mental tratado com medicamentos para dormir, foi modificado para uma transtorno dissociativo de identidade (o que me pegou levemente de surpresa) sem nenhum tratamento com psicólogos e nem psiquiatras… 




Por conta disso, o romance entre o casal principal perdeu completamente o sentido, principalmente por evidenciar uma personagem com um complexo e traumas tão intensos sem nenhuma delicadeza e tato para isto. Era como se a Cha Moo He fosse resumida ao seu passado e seus problemas psicológicos, com sua desesperada necessidade de ser amada. 




Além de tentarem a todo custo, ao longo do enredo, propagar uma ideia de comédia romântica em um lindo cenário, quando na verdade o que eu assistia era apenas uma mulher implorando para um homem amá-la a todo custo e recebendo diversos nãos. Esperava ao menos uma protagonista forte, corajosa e que vai de encontro aos seus sonhos e o que me entregaram foi uma personagem que se humilha por homem, que é insistente, que não tem amor próprio e não se cuida emocionalmente. 




Porém, o que mais me chocou foi o episódio final em relação aos pais biológicos dela… Nem vou comentar aqui, pois seria spoiler, mas não teve nem um desfecho propriamente dito e nem explicação devida. 



Quem me acompanha nas redes sociais, no antigo Twitter, cheguei a comentar o quão animada estava e amando os primeiros episódios desse drama, mas foi uma tamanha decepção! A única coisa de que consigo lembrar de ponto positivo, foram os cenários que realmente eram de tirar o fôlego e as pequenas coisas que tinham significado bonito como por exemplo ver a aurora boreal juntos ou encontrar um trevo de quatro folhas.


Essas cenas foram as minhas favoritas!
Fiquei imaginando e agora também quero saber como é ver as auroras boreais no Canadá. 

Em conclusão, eu particularmente não recomendo e creio que existem muitos outros kdramas de romance melhores que esse. Se eu tivesse que dar uma nota seria 4/10, só pela fotografia e pelos pequenos detalhes que tinha comentando antes. Fico até chateada de ver uma história que tinha tanto potencial ter se perdido assim no andar da carruagem, mas faz parte.



OST:
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